Casa dos Ventos e ArcelorMittal Brasil antecipam operação do Complexo Eólico Babilônia Centro

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A Casa dos Ventos, referência em geração de energia renovável e protagonista da transição energética brasileira, e a ArcelorMittal Brasil, maior produtora de aço no país, anunciam a antecipação da operação comercial do Complexo Eólico Babilônia Centro, construído e operado pelas duas empresas. O empreendimento, localizado na Bahia, já conta com 28 aerogeradores funcionando, dos 123 totais. Isso significa uma antecipação de 13 semanas em relação ao cronograma original do projeto.

A antecipação, homologada em janeiro pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), reforça o histórico da Casa dos Ventos na entrega de projetos antes do prazo, possibilitada por uma gestão próxima de fornecedores, uma equipe técnica altamente qualificada e um planejamento robusto.

Durante o pico da construção, mais de 1.400 profissionais estão envolvidos, impulsionando a geração de empregos e movimentando a economia local. No total, o projeto gerará mais de 4.500 empregos diretos e indiretos.

Um projeto circular e sustentável da ArcelorMittal Brasil

A fundação dos aerogeradores deste complexo eólico é feita com o vergalhão ArcelorMittal 50 S XCarb, um aço de baixa pegada de carbono, produzido exclusivamente pela empresa nas usinas do Brasil.

A produção do ArcelorMittal 50 S XCarb utiliza como matéria-prima 100% de sucata metálica em sua composição e 100% da energia elétrica renovável, garantindo redução da ordem de 60% das emissões em comparação com o vergalhão tradicional da empresa. Essa produção especial classifica o vergalhão na categoria “XCarb – Recycled and Renewably Produced”.

O Complexo Eólico Babilônia Centro se tornará híbrido com uma planta solar adicional, atingindo uma capacidade instalada total de 800MW ao ser finalizado. A conclusão do projeto integrará a hibridização da geração de energia no local, combinando fontes eólica e solar para otimizar a produção e garantir maior eficiência. Além de acelerar a transição energética, os complexos híbridos também maximizam o uso das infraestruturas de conexão e distribuição de energia.

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