Como o poder legislativo de CMD tem atuado para combater a falta de água no município

Publicado em

Moradores da região apresentam frequentes reclamações sobre a falta de água em diversos bairros. As queixas são apresentadas ao poder público e à empresa responsável pelo serviço de distribuição e saneamento, Copasa.

Conhecida como a capital mineira do ecoturismo, Conceição do Mato Dentro possui um grande potencial hídrico, além da sua riqueza natural. No entanto, a falta de água decorrente da má distribuição é um problema frequente e enfrentado há anos pelos moradores do município. De acordo com o vereador e presidente da Câmara Municipal, Tico do Silvério, o problema é discutido pelo poder legislativo desde 2013, quando assumiu o cargo. Em entrevista ao Cidades e Minerais, o parlamentar afirmou que a Câmara está em constante comunicação com os representantes da Copasa, seja em Audiências Públicas ou encontros.

“Estamos sempre atentos aos problemas no abastecimento de água e tratamento de esgoto em Conceição, tendo promovido duas rodadas de fiscalização in loco nos rios e córregos da cidade verificando pontos de despejo de esgoto em 2017, um encontro com representantes da Copasa e Ministério Público em 2019, 12 documentos aprovados em plenário desde 2018, solicitando melhorias nos serviços, além de inúmeros ofícios dos vereadores, manifestações em plenário, visitas à Companhia e reuniões com a ARSAE-MG, em Belo Horizonte, visando solucionar os problemas.” – destaca

Durante a Semana Mundial da Água, Conceição do Mato Dentro irá sediar uma Audiência Pública da Copasa, que será no dia 27 de março a partir das 18h. A audiência será um espaço solicitado pela comunidade para apresentar os problemas relatados aos representantes da empresa responsável.  Além das audiências e requerimentos entregues à Copasa, o presidente da Câmara falou sobre a possibilidade de uma “CPI da Água” para buscar resoluções.

“Faremos a Audiência Pública e, se surgirem fatos que mereçam a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), nós faremos com toda certeza.” – afirma.

 

Matérias Relacionadas

Mina brasileira de terras raras pode ser 3 vezes maior que a maior da China, afirma CEO

Ore Minerals relata interesse de investidores chineses em projetos brasileiros e destaca o potencial da mina de Rio Negro no mercado de terras-raras

Projeto da Vale prevê mais de 2 mil empregos e coloca Parauapebas diante de nova expansão da mineração

Projeto Alemão da Vale prevê mais de 2 mil empregos diretos na implantação de uma unidade de concentrado de cobre em Parauapebas, no Pará

Ferrovias batem recorde em 2025 e minério de ferro responde por 72% das cargas

Em 2025, as ferrovias brasileiras movimentaram 555,48 milhões de toneladas úteis, com o minério de ferro respondendo por cerca de 72% das cargas

Pará: Projeto Luanga prevê mina com capacidade para processar 10 milhões de toneladas de minério por ano

Projeto Luanga, localizado na região de Carajás, no Pará, prevê implantação de mina, unidade de beneficiamento e metalúrgica, com capacidade para processar até 10 milhões de toneladas de minério por ano

últimas Matérias

Trem da Vale recebe 30 novos vagões e promete mudar viagens entre Maranhão e Pará

Nova frota da Estrada de Ferro Carajás terá 30 vagões, dobrará a capacidade de passageiros e deve entrar em operação até dezembro de 2027 entre Maranhão e Pará

Terras raras no Sul de Minas atraem BNDES e podem movimentar R$ 3,5 bilhões em novo megaprojeto

Projeto Caldeira, entre Poços de Caldas e Caldas, pode ter participação do BNDES e prevê processamento de terras raras no Brasil em meio a acordo de R$ 3,5 bilhões da Lynas

ANM quer dividir fiscalização da mineração com estados e municípios e mira bilhões em royalties

A ANM quer ampliar a fiscalização da mineração com apoio de estados e municípios, monitorar barragens e empreendimentos e reforçar o controle da arrecadação da Cfem

Nióbio pode deixar carros mais leves e seguros e já representa 33% dos negócios da CBMM

Entenda como o nióbio usado em aços automotivos pode aumentar a resistência dos veículos, reduzir o peso e contribuir para a eficiência energética. O setor já representa 33% dos negócios da CBMM