Vale tenta reverter interdição de minas no Pará, onde 257 trabalhadores entraram em férias coletiva

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Diante da interdição de duas minas no estado do Pará, a mineradora Vale concedeu férias coletivas a 257 trabalhadores nesta semana. A mineradora busca reverter o quadro de paralisações determinadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas). O órgão é responsável pelos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos.

As duas minas são administradas respectivamente pela Mineração Onça Puma e pela Salobo Metais, subsidiárias da Vale. Os motivos das interdições não foram divulgados.

A suspensão ocorreu no último mês de abril, após o Tribunal de Justiça do Pará ter suspendido a liminar obtida pela Vale que autorizava o funcionamento da mina depois de uma primeira suspensão determinada pela Secretaria do Meio Ambiente do Pará (Semas) em fevereiro.

Em nota, a Vale afirmou que “as condicionantes ambientais exigidas pela legislação estão sendo cumpridas pelas duas subsidiárias. A companhia informou que Mineração Onça Puma e a Salobo Metais estão adotando as medidas cabíveis para buscar reverter a decisão e seguir com a contribuição socioeconômica nos municípios de Ourilândia do Norte e de Canaã dos Carajás”.

Os empreendimentos interditados da Vale

O empreendimento conduzido pela Mineração Onça Puma (foto) é uma mina de níquel no município de Ourilândia do Norte. Desde 23 de maio, 108 empregados estão de férias coletivas. A duração total é de 30 dias.

Já a Salobo Metais é responsável pela Mina de Sossego, localizada na cidade de Canaã dos Carajás. As férias coletivas de 30 dias terão início no próximo dia 13 de junho. A medida abrange 149 empregados. As informações são da Agência Brasil.

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