A edição de 2025 da Exposibram, realizada em Salvador, entre 27 e 30 de outubro, revelou-se inovadora, sem deixar de consolidar o aspecto comercial-industrial da mineração; apresentou, de forma inequívoca, a constatação de que o setor passa por uma mudança de paradigma: há agora uma combinação cada vez mais forte do compromisso social a somar-se ao compromisso ambiental, como linha orientativa de conduta de que não poderá e não deverá afastar-se nos próximos anos.
Com mais de 50 mil participantes, 400 estandes internacionais e várias e ricas horas de painéis técnicos, o evento reafirmou que a mineração moderna não pode mais prosseguir apenas como atividade extrativa — é preciso integrar as comunidades locais, as pessoas atingidas, as cidades mineradoras e as realidades territoriais.
Durante o evento, o MM Advocacia Minerária teve participação ativa no IV Seminário de Gestão Ambiental na Mineração, promovido pela SOBRADE com apoio do IBRAM e do Instituto Rupestris, apresentando o painel “Do Passivo ao Legado – Estratégias para um Fechamento de Mina Responsável e Geração de Valor Socioambiental”, conduzido pelas advogadas Mariana Santos e Gabriela Nasser.
O debate — que abordou a responsabilidade compartilhada entre setor privado, poder público e sociedade civil organizada — refletiu exatamente o eixo central desta edição da Exposibram: a necessidade de transformar a mineração em agente de regeneração territorial, diversificação econômica e construção de valor social duradouro.
Dentre as principais atrações e destaques, apontamos:
- A abertura contou com autoridades como Raul Jungmann (presidente do IBRAM) enfatizando que “os minerais… necessários à transição energética… dependem de um setor que cumpra a legislação ambiental” (Broadcast – Agência Estado)
- O painel da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável (FPMin) reforçou a urgência de políticas públicas que combinem crescimento, emprego/ renda e impacto local positivo — não apenas produção. (MineracaoSustentavel.org.br)
- Exposições de tecnologias, de soluções de monitoramento, de cadeias de minerais críticos foram abundantes — indicando que o setor avança para inovação, rastreabilidade, e para oferecer “licença social para operar”. (IBRAM — Instituto Brasileiro de Mineração)
- O impacto econômico local ficou claro: além da mineração, Salvador e a Bahia fortalecem seu papel como hub de negócios e eventos, mobilizando turismo e serviços. (Jornal Grande Bahia e Bahia Notícias)
- O impacto econômico local ficou claro: além da mineração, Salvador e a Bahia fortalecem seu papel como hub de negócios e eventos, mobilizando turismo e serviços. (Jornal Grande Bahia e Bahia Notícias).
- A reafirmação do tripé da responsabilidade socioambiental — unindo setor privado, poder público e sociedade civil organizada. O debate contou com a participação do prefeito de Itabira (MG) e da prefeita de Canaã dos Carajás (PA), que apresentaram experiências municipais na gestão dos impactos e benefícios da mineração, ressaltando que o desenvolvimento sustentável depende da corresponsabilidade entre empresas, governos locais e
O que chama atenção — e diferencia esta edição — é a mudança discursiva: não apenas “minerais para o futuro”, mas “minerais para comunidades, para empregabilidade, para territórios”. Os painéis reforçaram que as pessoas e as comunidades impactadas deixam de ser efeito colateral da mineração e passam a ser parte integral da estratégia.
Houve palavras significativas sobre transição, responsabilidade, inclusão.
A mineração pretende que deixe de ser vista mera e exclusivamente como “atividade econômica”, mas ganhe o contorno de “ativismo responsável”.
Durante décadas, a mineração foi retratada como atividade puramente econômica: extrair, produzir, gerar receita, exportar. Hoje, porém, emerge uma nova camada de compreensão — a de que minerar envolve posicionamento social, responsabilidade pública e compromisso com o território.
Esse movimento não pode ser retórico: as mineradoras são chamadas a assumir papel ativo na promoção de direitos, participação social e sustentabilidade territorial.
Não se exige apenas conformidade técnica, mas engajamento real com as pessoas e com o ambiente que sustentam a atividade. É um novo pacto de legitimidade social.
Neste sentido, o impacto socioambiental (limpeza, recuperação, realocação, mitigação) passa a figurar como indicador de desempenho empresarial: o impacto socioambiental deve ser métrica estratégica de performance.
O que antes era custo, obrigação ou item de relatório obrigatório agora se transforma em índice de desempenho estratégico.
Planos de recuperação, mitigação de impactos, programas de realocação justa, saneamento hídrico, compensações ambientais, gestão de rejeitos, monitoramento independente e reconstrução de territórios deixam de ser meros apêndices e passam a definir a reputação — e o futuro — das mineradoras.
Em um mundo que exige governança ESG autêntica, o resultado financeiro não sobrevive desacompanhado da entrega socioambiental.
Empresas serão avaliadas pelo que deixam aos territórios, e não apenas pelo que deles retiram.
Assim, a cidade mineradora, a comunidade tradicional, o trabalhador — todos entram no debate com protagonismo.
A relação entre mineração e sociedade local deixa de ser paternalista para se tornar participativa e coautora.
Hoje, cidades mineradoras, comunidades tradicionais, agricultores, quilombolas, trabalhadores e organizações locais ganham voz e protagonismo na tomada de decisão. Não se trata de concessão voluntária, mas de reconhecimento de que não existe operação sustentável sem legitimidade social.
Essa mudança exige escuta ativa, transparência, negociação justa e planejamento territorial associado ao ciclo da mina e ao pós-mina. O futuro da mineração será construído com quem vive o território, e não apesar dele.
Também se reconhece que as empresas do setor precisam conciliar lucro, responsabilidade social e respeito ambiental.
O setor mineral não deixará — nem deve deixar — de buscar lucro.
Empresas existem para gerar valor econômico, emprego, renda e inovação.
A diferença agora deverá estar no como: o retorno financeiro precisa estar integrado à responsabilidade social e ao respeito ambiental.
A mineração madura deve reconhecer que rentabilidade e sustentabilidade não são polos opostos, mas condições de continuidade.
Ao assumir práticas responsáveis, empresas asseguram sua licença social, reduzem passivos, fortalecem reputação e constroem perenidade.
O desafio do presente — e a marca das organizações visionárias — está nessa conciliação: emprego e desenvolvimento, sem renunciar à dignidade das pessoas e à integridade do território.
É nesse cenário que o escritório MM Advocacia Minerária emerge como referência. Sem dúvidas e com orgulho!
Desde o início, temos atuado com foco no superficiário (ou seja, fiscalização, direito regulatório, compliance e defesa das comunidades impactadas) — não apenas como tarefa de advocacia tradicional, mas como consultoria estratégica para a mineração do futuro.
A presença em papeis de articulação, assessoria de licenciamento, discussão de modelos de Cessão de Uso, debate de impacto social e compensações ambientais coloca nosso escritório na vanguarda desse novo olhar.
Nossa prática atua em defesa das comunidades e cidades afetadas o que não significa ser contra as mineradoras ou a mineração – ao contrário: atuando e reconhecendo que uma mineração digna não ocorre se não houver suporte comunitário, realinhamento territorial e plano de vida para as regiões.
Na Exposibram 2025, participamos de rodadas de negócios e painéis técnicos, reforçando nosso diferencial: advocacia atuante para que as posições se igualem entre os agentes, para que os direitos sejam resguardados.
Contudo, é preciso manter o pé no chão: a mineração continuará sendo um empreendimento econômico com meta de lucro, retorno e risco. O que muda é que, no século XXI, esse lucro precisa vir com responsabilidade social e com maturidade ambiental.
O novo olhar exige das empresas mineradoras resiliência para lidar com críticas, regulações e riscos ambientais; maturidade para integrar comunidades, oferecer benefícios reais e abrir canais de governança local; capacidade de transformar impactos negativos em legados positivos (requalificação, emprego, infraestrutura, reconversão); gestão que concilie: operacional + regulatório + social + ambiental — porque o custo de ignorar essa dimensão será alto (reputação, litígios, bloqueios regulatórios); transparência na sua comunicação com as outras partes.
Para que esse “novo viés social” se torne concreto, não basta discurso: é preciso ações tangíveis!
Nesse novo arranjo institucional e ético da mineração, as transformações necessárias não se limitam ao discurso: elas exigem a implementação de instrumentos concretos e estruturantes.
Um deles é a adoção de programas comunitários construídos de forma colaborativa com as populações dos territórios minerados, de modo que planejamento, execução e monitoramento deixem de ser unilaterais e passem a refletir as expectativas e necessidades de quem vive a realidade do entorno da mineração. Esse modelo participativo abandona a lógica de decisões impostas e inaugura a prática do co-desenho social, garantindo respeito à identidade local, às vocações produtivas do território e ao modo de vida das comunidades.
Complementarmente, ganha centralidade o monitoramento independente dos impactos sociais e ambientais, com métricas transparentes, auditorias técnicas e validação externa.
O controle social, quando exercido de maneira qualificada, não se coloca como antagonismo ao desenvolvimento, mas como mecanismo de aperfeiçoamento, proteção coletiva e credibilidade institucional — transformando a fiscalização em elemento de governança e confiança pública.
Da mesma forma, a mineração contemporânea precisa operar sob o paradigma da transparência de dados, participação cidadã e responsabilização contínua. A sociedade exige — e o mercado reforça — que as informações sobre impactos, compensações, riscos e investimentos sociais deixem de ser acessórias, restritas ou técnicas demais, e passem a ser compartilhadas com clareza, acessibilidade e compromisso ético. A transparência, quando real, educa, aproxima e fortalece a correção empresarial.
Outro componente essencial dessa virada de chave é a consolidação de contratos e políticas que assegurem um plano de legado e encerramento das operações minerárias, garantindo que, ao fim da exploração, as cidades e comunidades não sejam relegadas ao abandono, mas recebam investimentos em reconversão econômica, infraestrutura, qualificação profissional e uso futuro das áreas mineradas.
O pós-mina, tradicionalmente negligenciado, passa a ser visto como fase estratégica do ciclo mineral, capaz de determinar o impacto duradouro da atividade sobre a sociedade.
Por fim, este novo paradigma demanda que os agentes de mercado — investidores, gestores e órgãos reguladores — adotem indicadores de performance social como critérios determinantes para alocação de capital e definição de prioridades empresariais.
O êxito de uma empresa mineradora, nesse contexto, deixa de se medir apenas pelo volume de minério produzido ou pela rentabilidade gerada, e passa a considerar sua capacidade de gerar desenvolvimento social, respeitar o meio ambiente e integrar-se harmonicamente ao território.
Assim, observa-se que a mineração que se projeta para o futuro — e que já começa a tomar forma no presente — é aquela capaz de articular eficiência econômica com responsabilidade social e integridade ambiental.
Não é ruptura; é amadurecimento. Não é concessão; é compreensão de que sustentabilidade e lucratividade, longe de serem caminhos paralelos, são vias que se fortalecem mutuamente quando orientadas por compromisso, transparência e justiça territorial.
De grande relevância, a posição do Brasil no panorama mundial moderno também foi tema de debate.
A centralidade do Brasil na agenda global da mineração moderna não decorre de acaso geológico, mas de uma conjunção rara entre patrimônio mineral estratégico, diversidade territorial, capacidade produtiva instalada e peso geopolítico crescente. Em um cenário internacional marcado pela corrida por minerais essenciais — aqueles indispensáveis à transição energética, à digitalização, à mobilidade elétrica e ao avanço tecnológico — o Brasil ocupa, de maneira inequívoca, posição de protagonista. Somos depositários de reservas relevantes de nióbio, lítio, grafita, terras raras, cobre, níquel, manganês e ferro de alta qualidade, entre outros. Em termos objetivos, o país está entre os poucos no mundo capazes de assegurar, simultaneamente, volume, longevidade de jazidas e variedade mineral.
Essa condição, entretanto, não garante, por si só, liderança econômica, tecnológica ou diplomática. Ela representa, antes, uma responsabilidade estratégica. O Brasil não pode se contentar em figurar como mero fornecedor de matéria-prima para cadeias industriais alheias; deve construir mecanismos que ampliem seu protagonismo, assegurando que a riqueza natural se converta em autonomia produtiva, desenvolvimento regional, poder de negociação internacional e fortalecimento institucional. A história demonstra que países dotados de grandes recursos naturais podem trilhar caminhos distintos: alguns consolidaram potência econômica; outros, subordinados a interesses externos, perderam a oportunidade e experimentaram ciclos de dependência e fragilidade.
O desafio brasileiro, portanto, é assertivo e imediato: transformar vantagem geológica em projeto de país. Isso exige planejamento estratégico, governança transparente, inovação tecnológica, industrialização das cadeias minerais e formação de capacidades locais.
Não se trata de adotar um discurso nacionalista vazio, mas de afirmar uma postura soberana, que compreenda o valor geopolítico da mineração e a capacidade do Brasil de influenciar, com maturidade, os rumos da economia global.
O mundo está se reorganizando em torno de minerais críticos — e essa reorganização cria janelas históricas, que não se mantêm abertas indefinidamente. Se o país não se estruturar institucionalmente, se não fortalecer seus mecanismos regulatórios, se não investir em tecnologia e agregar valor às cadeias minerais, corre o risco de ver dissipado um potencial que é raro. Ser detentor de bens estratégicos implica, necessariamente, saber negociá-los, transformá-los e defendê-los.
A capacidade brasileira de crescer com dignidade, autonomia e solidez passa pela forma como administra seu patrimônio mineral. O momento exige lucidez: o Brasil tem condições de ser referência mundial na mineração sustentável, inclusiva e tecnicamente qualificada — mas isso dependerá de decisões firmes, visão de longo prazo e compromisso real com a construção de uma indústria mineral que atenda ao país, às suas comunidades e ao seu papel no mundo.
A Exposibram 2025 mostrou o caminho: o setor mineral brasileiro está diante de uma “nova fronteira” — onde social + ambiental + inovação = competitividade.
E o escritório MM Advocacia Minerária está pronto para atuar junto aos atores desse setor a cruzar essa fronteira de forma responsável, estratégica e sustentável.
Neste evento, a mineração reafirmou seu papel fundamental para a transição energética, mas também deixou claro que nenhum minério vale se não houver justiça social e respeito ao ambiente. O futuro chama por uma mineração que entrega valor para a sociedade, para as comunidades e para o Brasil — e para que esse futuro seja real, é preciso transformação estrutural, coesão e compromisso.
Como representante das comunidades, dos trabalhadores, das cidades mineradoras, o escritório MM Advocacia Minerária se posiciona na linha de frente desse movimento de mudança de paradigma. Porque acreditar que se pode minerar com responsabilidade, é, na verdade, acreditar que se minerará melhor.
Nota Explicativa – Referencial Temático do MM Advocacia Minerária
Os temas discutidos neste artigo — como fechamento de mina, diversificação econômica, governança territorial, ESG e responsabilidade social — não surgem de forma isolada. Eles refletem um percurso de pesquisa, reflexão e prática jurídica que o MM Advocacia Minerária vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos, consolidando-se como uma das vozes mais atentas e consistentes na defesa de uma mineração com responsabilidade social e legitimidade territorial.
Nas publicações da coluna MM Advocacia Minerária no portal Cidades & Minerais, é possível identificar essa construção teórica e prática, que antecipou debates que hoje se tornaram centrais nas agendas nacionais e internacionais do setor mineral.
O escritório defende que o novo paradigma da mineração deve integrar justiça social, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento local — uma visão que antecede e se refletiu claramente nos painéis e discussões da Exposibram 2025.
Bibliografia Temática — MM Advocacia Minerária
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. Do passivo ao legado: o fechamento de mina como planejamento de futuro. Cidades & Minerais, 22 out. 2025.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/do-passivo-ao-legado-o-fechamento-de-mina-como-planejamento-de-futuro/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. Fechamento de mina e os projetos de reconversão econômica nos territórios minerados. Cidades & Minerais, 27 fev. 2024.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/fechamento-de-mina/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. Reabilitação e Reconversão: estratégias para um fechamento de mina responsável. Cidades & Minerais, 5 mar. 2024.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/reabilitacao-e-reconversao-estrategias-para-um-fechamento-de-mina-responsavel/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. A problemática do fechamento de minas. Cidades & Minerais, 19 fev. 2024.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/a-problematica-do-fechamento-de-minas/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. O papel do Município na governança minerária territorial. Cidades & Minerais, 11 ago. 2025.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/o-papel-do-municipio-na-governanca-mineraria-territorial/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. ESG – Quem Cuida Ganha: a mineração e o relacionamento com a comunidade – A mão que afaga não precisa ferir. Cidades & Minerais, 21 jul. 2023.
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. Licença Social para Operar – Um consentimento legítimo. Cidades & Minerais, 31 jul. 2023.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/licenca-social-para-operar-um-consentimento-legitimo/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. O papel do Direito na proteção das comunidades afetadas pela mineração. Cidades & Minerais, 17 abr. 2025.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/o-papel-do-direito-na-protecao-das-comunidades-afetadas-pela-mineracao/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. Impactos da exploração mineral nas comunidades locais: desafios e oportunidades. Cidades & Minerais, 12 abr. 2025.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/impactos-da-exploracao-mineral-nas-comunidades-locais-desafios-e-oportunidades/
MM ADVOCACIA MINERÁRIA. O Brasil no centro da disputa global por minerais estratégicos. Cidades & Minerais, 2 abr. 2025.
Disponível em: https://cidadeseminerais.com.br/colunas/o-brasil-no-centro-da-disputa-global-por-minerais-estrategicos/
Bibliografia – Fontes de Apoio Externa — Exposibram 2025
BAHIA NOTÍCIAS. CBPM celebra sucesso da Exposibram 2025; evento recebeu mais de 50 mil participantes em Salvador. Salvador, 2025. Disponível em: https://www.bahianoticias.com.br. Acesso em: 5 nov. 2025.
JORNAL GRANDE BAHIA. Turismo de negócios impulsiona economia baiana com realização inédita da Exposibram em Salvador. Seção Economia/Turismo, 2025. Disponível em: https://www.jornalgrandebahia.com.br. Acesso em: 5 nov. 2025.
BROADCAST / AGÊNCIA ESTADO. Cerimônia de abertura da Exposibram 2025 reúne autoridades e líderes do setor mineral em Salvador. São Paulo, 2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br. Acesso em: 5 nov. 2025.
MINERACAOSUSTENTAVEL.ORG.BR. FPMin fortalece o debate por uma nova era da mineração sustentável na Exposibram 2025. Brasília, 2025. Disponível em: https://www.mineracaosustentavel.org.br. Acesso em: 5 nov. 2025.
INSTITUTO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO (IBRAM). Marcada pela inovação, mostra da Exposibram 2025 atrai visitantes, fortalece marcas e promove negócios. Brasília, 2025. Disponível em: https://ibram.org.br. Acesso em: 5 nov. 2025.



