sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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ArcelorMittal vende US$ 667 milhões em participação na Vallourec e reforça estratégia de retorno aos acionistas

ArcelorMittal levantou US$ 667 milhões com venda parcial na Vallourec, manteve participação estratégica na empresa e pretende direcionar recursos para recompra de ações

Por Isis Kelem de Oliveira20 de maio de 2026 · 00:10Leitura de 1 min
Linha fina: ArcelorMittal levantou US$ 667 milhões com venda parcial na Vallourec, manteve participação estratégica na empresa e pretende direcionar recursos para recompra de ações
Foto: Divulgação – Linha fina: ArcelorMittal levantou US$ 667 milhões com venda parcial na Vallourec, manteve participação estratégica na empresa e pretende direcionar recursos para recompra de ações

A ArcelorMittal informou que levantou aproximadamente US$ 667 milhões após reduzir parte de sua participação na Vallourec. Segundo a companhia, os recursos obtidos com a operação deverão ser destinados aos acionistas por meio do programa de recompra de ações atualmente em andamento.

Companhia mantém presença estratégica no negócio

Mesmo após a venda, a siderúrgica continuará mantendo presença relevante na empresa. A ArcelorMittal permanecerá com cerca de 17,3% do capital social da Vallourec e seguirá ocupando uma cadeira no conselho de administração. A liquidação financeira da operação está prevista para ocorrer por volta do dia 21 de maio.

De acordo com a companhia sediada em Luxemburgo, foram vendidas aproximadamente 23,9 milhões de ações da Vallourec, volume equivalente a 10% do capital social em circulação da empresa.

A movimentação acontece pouco mais de um ano após a ArcelorMittal ampliar sua posição acionária na fabricante de tubos. Em 2024, a siderúrgica havia firmado acordo para adquirir 65,2 milhões de ações da Vallourec, correspondentes a uma participação de 28,4% na companhia.

Na época da aquisição, a ArcelorMittal classificou a Vallourec como um ativo estratégico no segmento de tubos industriais, destacando principalmente a presença operacional da empresa nos Estados Unidos e no Brasil.

Segundo a avaliação feita naquele período, os polos produtivos localizados nos dois países desempenhariam papel relevante na transição energética global, em um cenário de crescimento da demanda por infraestrutura voltada para energia e descarbonização.