O presidente do Ibram, Raul Jungmann manifestou grande preocupação com a situação orçamentária da Agência Nacional de Mineração (ANM), que, segundo ele, tem afetado diretamente a capacidade de fiscalização e gestão do setor. “Isso está nos tirando o sono”, disse o presidente do Ibram.
Devido à falta de recursos, a ANM anunciou que não poderá enviar representantes para a Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (Exposibram) em 2025. O diretor-presidente do Ibram questionou como a agência poderá manter suas atividades essenciais, como a fiscalização de barragens e a gestão de direitos minerários, se não consegue sequer garantir sua presença em um dos maiores eventos do setor.
Apelo por recursos para fortalecer a ANM
A crise financeira da ANM foi oficialmente comunicada na última sexta-feira (18), quando a autarquia informou que, devido a um colapso orçamentário, não poderá realizar as atividades de outorga, gestão e fiscalização a partir deste mês. A agência está com R$ 5,9 milhões bloqueados em seu orçamento e enfrenta um déficit adicional de R$ 3,2 milhões para a quitação de dívidas do exercício fiscal.
Em resposta à situação, o Ibram fez um apelo às autoridades brasileiras para que liberem recursos financeiros imediatamente, a fim de garantir o funcionamento da ANM e a continuidade da fiscalização do setor mineral.


