O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) se posicionou publicamente na quinta-feira (18) sobre a “Operação Rejeito”, deflagrada pela Polícia Federal (PF). A operação investiga um esquema bilionário de corrupção e exploração ilegal de minério de ferro em Minas Gerais. Em um comunicado oficial, o IBRAM expressou preocupação com os desdobramentos da ação e repudou veementemente qualquer prática que desrespeite a legislação ou prejudique a integridade ambiental e econômica do setor minerário.
IBRAM repudia corrupção e pede compromisso com a legalidade
No texto, o IBRAM ressaltou que, caso sejam comprovadas irregularidades, espera que as pessoas envolvidas sejam punidas com “rigor e celeridade”. O instituto reafirmou seu compromisso com uma mineração ética, transparente e sustentável, que respeite as leis, proteja o meio ambiente e contribua para o desenvolvimento social e econômico do Brasil.
“A operação Rejeito revela práticas que são absolutamente incompatíveis com os princípios que norteiam nossa atuação e a de nossas associadas”, afirmou o IBRAM. A nota ainda frisou que práticas ilegais como as investigadas não representam os valores da mineração legítima e responsável.
Práticas ilegais e seus impactos no setor minerário
O IBRAM destacou a gravidade das alegações de corrupção e exploração ilegal no setor, especialmente em um momento onde a indústria mineral busca melhorar sua imagem e atuação no Brasil. A entidade reforçou que qualquer envolvimento com crimes ambientais, corrupção ou exploração indevida de recursos naturais precisa ser combatido de forma firme para garantir a sustentabilidade e a integridade do setor.
A operação “Rejeito” segue investigando um esquema que pode envolver políticos, empresários e até autoridades do setor minerador. O IBRAM pediu que as apurações continuem e que as punições sejam aplicadas sem demora, caso as irregularidades sejam confirmadas.


