O governo federal determinou a interdição de quatro barragens em Mato Grosso após o fim do prazo para entrega da Declaração de Condição de Estabilidade, documento obrigatório para esse tipo de estrutura.
A medida impede que essas barragens continuem operando normalmente, especialmente no recebimento de rejeitos e sedimentos, a partir do dia 1º. A ausência do documento acende um alerta sobre a segurança das estruturas.
Barragens interditadas expõem falhas no envio de declaração obrigatória
De acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM), a não apresentação da declaração significa que não há comprovação técnica de que as barragens estão estáveis. O documento deve ser entregue duas vezes por ano e é essencial para garantir que as estruturas operem dentro dos padrões de segurança.
Sem essa validação, as barragens ficam automaticamente impedidas de receber novos materiais, como forma de reduzir riscos e prevenir possíveis acidentes.
Áreas interditadas colocam Mato Grosso entre os estados com mais restrições
Com os quatro casos registrados, Mato Grosso passa a ocupar a segunda posição no país em número de interdições. O estado fica atrás apenas de Minas Gerais, que lidera o ranking com 37 barragens nessa situação.
Outras unidades da federação também aparecem na lista, como Paraná e São Paulo, com dois casos cada, além de Amapá e Rio Grande do Sul, que registram uma interdição cada.
O cenário reforça a necessidade de maior rigor no cumprimento das exigências legais e no monitoramento das estruturas, especialmente em regiões com forte atividade mineral.
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