Em operação desde 2021, Sistema de Informação de Gestão de Barragens recebe primeira atualização

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O Governo de Minas anunciou que o Sistema de Informação de Gestão de Barragens (Sigibar) recebeu melhorias para gerar uma melhor experiência aos usuários. Foram incluídas novas funcionalidades na ferramenta, como ativação, desativação e exclusão de cadastros. Além disso, um novo design “mais amigável e moderno” foi aplicado.

De acordo com os administradores do Sigibar, a primeira atualização do sistema concentrou-se na gestão de seu banco de dados, com a desativação ou exclusão dos cadastros das barragens descaracterizadas ou cadastradas erroneamente nele. A medida visa à melhoria e agilidade da ferramenta, preparando o sistema para as próximas atualizações, conforme divulgado.

O sistema

O Sigibar é uma ferramenta online criada em 2021. A plataforma atualmente tem 263 barragens cadastradas em seu banco de dados, hospedada dentro do Portal Ecosistemas. O portal visa subsidiar a gestão ambiental de barragens do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema).

Conforme divulgado pelo Governo de Minas, o projeto original do Sigibar prevê “a concentração das informações de todos os instrumentos de cadastro e fiscalização de barragens, instituído pela Lei, a construção de módulos que possibilitem receber as informações de monitoramento, do Plano de Ação de Emergência (PAE) e consulta pública, de forma clara e transparente”.

Além da limpeza da base de dados do Sigibar, conferindo mais repidez à navegação, a atualização também permitiu a transferência dos arquivos da gestão de barragens armazenados originalmente no Banco de Declarações Ambientais (BDA), ainda segundo o Governo de Minas.

O diretor de Gestão de Barragens e Recuperação de Áreas de Mineiração e Indústria da Feam, Roberto Gomes, destaca que “as informações são vitais para o conhecimento do histórico e gestão dessas estruturas, uma vez que representam dados desde o ano de 2008, quando o BDA foi devidamente implementado”.

O órgão estima ainda que a desativação do antigo Banco de Declarações Ambientais, fomentada pela transferência dos dados para o Sigibar, tende a gerar uma economia anual de R$ 1 milhão aos cofres públicos.

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