Prefeitura anuncia segunda etapa de obras do Centro-Administrativo de São Gonçalo do Rio Abaixo

Publicado em

 

A Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo anunciou nesta quarta-feira (4) o início da segunda etapa da construção do Centro Administrativo que abrigará todas as secretarias municipais e gabinetes da administração pública. A obra tem o objetivo de melhorar atendimento à população e otimizar os gastos da gestão do município.

De acordo com a Prefeitura, a concentração de todas as secretarias em um só prédio vai gerar economia ao município, já que atualmente as instalações da administração municipal estão distribuídas em diversos prédios e regiões da cidade, o que gera como consequências falta de agilidade e gastos com aluguel de imóveis, manutenção, vigilância, entre outros.

Localizado na Avenida Contorno Oeste, próximo ao Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e a rotatória com a avenida Central, o Centro Administrativo contará com três pavimentos em estrutura pré-moldada.

Prefeitura apresenta LOA

A Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo apresentou, nesta terça-feira (3), os resultados do Exercício do 2º Quadrimestre de 2023 e Orçamento para o próximo ano. Os dados foram divulgados em Audiência Pública na Câmara Municipal. A Lei Orçamentária Anual prevê receitas e despesas para o exercício de 2024 de aproximadamente R$ 460 milhões. Os valores serão investidos em novas obras, educação, saúde e demais áreas da administração.

Em audiência pública realizada na Câmara, gestores apresentaram dados positivos da administração

Os números foram divulgados pelo secretário de Planejamento, Eduardo José Quaresma, e pelo contador da Secretaria de Fazenda, Júlio Couto. O objetivo foi apresentar a Avaliação das Metas Fiscais no período conforme legislação.

De acordo com a avaliação da Prefeitura, os resultados indicam a “solvência fiscal” da administração pública, já que demonstram a capacidade do município em honrar o pagamento de suas dívidas utilizando receitas próprias. Os gestores destacaram o fato de as parcelas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) estarem atrasadas, em face do resultado positivo.

Matérias Relacionadas

Projeto da Vale prevê mais de 2 mil empregos e coloca Parauapebas diante de nova expansão da mineração

Projeto Alemão da Vale prevê mais de 2 mil empregos diretos na implantação de uma unidade de concentrado de cobre em Parauapebas, no Pará

Ferrovias batem recorde em 2025 e minério de ferro responde por 72% das cargas

Em 2025, as ferrovias brasileiras movimentaram 555,48 milhões de toneladas úteis, com o minério de ferro respondendo por cerca de 72% das cargas

Pará: Projeto Luanga prevê mina com capacidade para processar 10 milhões de toneladas de minério por ano

Projeto Luanga, localizado na região de Carajás, no Pará, prevê implantação de mina, unidade de beneficiamento e metalúrgica, com capacidade para processar até 10 milhões de toneladas de minério por ano

Mariana avança na política habitacional com construção de 352 apartamentos pelo Minha Casa, Minha Vida

Município assinou contratos para implantação de moradias populares e investimento de R$ 31,52 milhões em infraestrutura urbana; área também deverá receber novos projetos habitacionais

últimas Matérias

Terras raras no Sul de Minas atraem BNDES e podem movimentar R$ 3,5 bilhões em novo megaprojeto

Projeto Caldeira, entre Poços de Caldas e Caldas, pode ter participação do BNDES e prevê processamento de terras raras no Brasil em meio a acordo de R$ 3,5 bilhões da Lynas

ANM quer dividir fiscalização da mineração com estados e municípios e mira bilhões em royalties

A ANM quer ampliar a fiscalização da mineração com apoio de estados e municípios, monitorar barragens e empreendimentos e reforçar o controle da arrecadação da Cfem

Nióbio pode deixar carros mais leves e seguros e já representa 33% dos negócios da CBMM

O nióbio vem ganhando espaço na indústria automotiva por contribuir para a fabricação de...

Ternium investe R$ 25 bilhões no Brasil e comemora 20 anos na Bolsa de Nova York

Ternium completa 20 anos na Bolsa de Nova York, investe R$ 25 bilhões no Brasil e amplia aportes na Usiminas, no Rio de Janeiro e na formação técnica