Na próxima quinta-feira (11), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitará a cidade de Itabira para a inauguração do Centro de Radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD). Porém, a ocasião será também uma oportunidade crucial para que a cidade pleiteie novos investimentos, especialmente no setor de mobilidade elétrica.
O presidente da Câmara Municipal de Itabira, Carlos Henrique da Silva Filho, o Carlin Filho (Solidariedade), destacou que a visita de Lula pode ser o momento ideal para avançar com uma importante demanda local.
Pedido de mobilidade elétrica para Itabira ganha força
A Câmara Municipal de Itabira preparará um ofício coletivo, que será assinado por todos os vereadores, com o objetivo de solicitar que o município seja incluído no plano de expansão da indústria de carros elétricos do governo federal.
De acordo com Carlin Filho, a parceria entre o Brasil e a China, aliada à crescente demanda por veículos elétricos, representa uma oportunidade única para Itabira aproveitar o momento e buscar o fortalecimento da sua economia local. “A modernidade caminha para a mobilidade do carro elétrico, e o governo federal está atraindo diversas indústrias para o país. Itabira não pode ficar de fora dessa revolução”, ressaltou o presidente da Câmara.
Aproveitando uma rara oportunidade de aproximação
Carlin também ressaltou a raridade de uma aproximação direta com o presidente da República e a necessidade de a cidade aproveitar esse momento para reivindicar investimentos estruturantes. O vereador defendeu que o governo federal deve considerar a significativa contribuição de Itabira para a economia nacional, especialmente pela arrecadação proveniente da mineração, um dos principais motores econômicos da cidade. “Itabira é um polo gerador de tributos no setor mineral, e é crucial que o presidente compreenda a importância dessa contribuição”, afirmou.
Carlin Filho reforçou a importância de Itabira se preparar para receber um evento de magnitude nacional, capaz de fortalecer ainda mais seu papel no cenário industrial e econômico do país. “Se a cidade não estiver pronta, faremos o máximo para garantir que esteja”, concluiu.


