Em jantar realizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, foi homenageado por sua atuação à frente da pasta e aproveitou a ocasião para reforçar seu compromisso com o setor mineral. O evento reuniu mais de 200 representantes dos setores público e privado, promovendo o diálogo em torno de uma mineração mais moderna, responsável e estratégica para o país.
Silveira destacou a relevância histórica de Minas Gerais — seu estado de origem — para a economia nacional e reconheceu que o Brasil ainda precisa avançar na construção de uma política mineral mais eficaz. Segundo ele, mesmo com importantes conquistas nos setores elétrico, de petróleo e biocombustíveis, ainda há um déficit no tratamento dado à mineração.
Alexandre Silveira falou de diálogo, transição energética e desenvolvimento sustentável
O ministro Alexandre Silveira afirmou que pretende dedicar esforços para apresentar, ainda em seu mandato, uma nova política nacional para o setor mineral. A proposta deverá priorizar a sustentabilidade, a geração de empregos e o fortalecimento da indústria de base como ferramenta de inclusão social.
Ele também exaltou os avanços na transição energética brasileira, como o estímulo ao etanol e ao biodiesel, e ressaltou o papel estratégico da mineração para garantir o protagonismo do país nesse cenário global. “Vamos mostrar ao mundo que o Brasil é uma referência em desenvolvimento sustentável, com justiça social e responsabilidade ambiental”, declarou.
Durante seu discurso, Alexandre Silveira fez questão de elogiar o presidente do IBRAM, Raul Jungmann, por sua atuação combativa e comprometida com a defesa dos interesses nacionais. “Conheço Raul desde o tempo de Parlamento, e é uma honra receber essa homenagem. Quero que ela represente não apenas reconhecimento, mas um pacto por avanços concretos no setor”, afirmou.
O ministro concluiu destacando que o verdadeiro desafio do governo federal é equilibrar crescimento econômico com inclusão e justiça social. “Vamos construir um país mais justo e fraterno. E só conseguiremos isso com desenvolvimento — e a mineração tem papel crucial nessa missão”, finalizou.


