O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) definiu quem ficará à frente da entidade após a morte do ex-ministro Raul Jungmann, em janeiro deste ano. O Conselho Diretor aprovou, na sexta-feira (25), o nome do embaixador Rodrigo de Azeredo Santos para assumir a Presidência do Instituto.
A mudança, no entanto, só deverá ocorrer no fim do ano. Atualmente responsável pela representação diplomática brasileira na Noruega, Azeredo Santos ainda precisará concluir os procedimentos administrativos junto ao Ministério das Relações Exteriores antes de deixar o posto. A previsão é que ele passe a comandar o IBRAM na primeira quinzena de dezembro.
Desde a abertura da vaga, a Presidência vinha sendo exercida de maneira interina por Pablo Cesário, diretor de Relações Institucionais e Assuntos Associativos. A definição do novo presidente foi precedida por um processo de seleção iniciado em fevereiro e que envolveu a avaliação de diferentes candidatos.
Processo de escolha do novo presidente do IBRAM
A seleção contou com o apoio de uma empresa especializada em recrutamento de executivos. O objetivo do Conselho Diretor era encontrar um profissional capaz de contribuir para a atuação institucional do IBRAM diante das transformações e dos desafios enfrentados pela indústria mineral.
Depois das entrevistas e avaliações, os integrantes do colegiado chegaram a um consenso em torno do nome de Rodrigo de Azeredo Santos. A decisão considerou, segundo o Conselho, a experiência acumulada pelo diplomata em áreas diretamente relacionadas aos interesses estratégicos do setor.
A trajetória profissional de Azeredo Santos inclui atuação em temas como economia, comércio exterior, investimentos e infraestrutura. Também fazem parte de sua experiência assuntos relacionados à ciência e tecnologia e ao relacionamento com empresas.
Diplomata assume o IBRAM em dezembro
Antes de assumir a nova função, o embaixador terá de finalizar sua saída da representação brasileira na Noruega. A expectativa é que a transição para o comando do IBRAM aconteça durante a primeira quinzena de dezembro.
De acordo com o Conselho Diretor, a escolha foi conduzida sob critérios técnicos e sem vinculação partidária. O colegiado afirma que levou em consideração tanto a carreira do futuro presidente quanto a proximidade de sua experiência com temas considerados relevantes para a mineração e para os objetivos estratégicos do Instituto.
A chegada de Azeredo Santos ocorre em um momento de mudanças importantes para a indústria mineral brasileira, especialmente em assuntos ligados a investimentos, comércio internacional, tecnologia e infraestrutura. A expectativa do Conselho é que a experiência acumulada pelo diplomata nessas áreas contribua para a atuação do IBRAM nos próximos anos.


