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Raul Jungmann, presidente do IBRAM, morre aos 73 anos após luta contra o câncer no pâncreas

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Raul Jungmann, presidente do IBRAM – Instituto Brasileiro de Mineração e figura central na política brasileira, faleceu neste domingo (18), aos 73 anos, em Brasília, após um longo enfrentamento contra um câncer no pâncreas. O político pernambucano estava internado no hospital DFStar e faleceu em decorrência de complicações relacionadas à doença, diagnosticada há mais de dois anos.

Uma vida dedicada ao serviço público

Ao longo de mais de cinco décadas de vida pública, Jungmann ocupou diversos cargos de destaque em governos de diferentes períodos. Iniciando sua trajetória no governo de Fernando Henrique Cardoso, ele assumiu o cargo de ministro da Reforma Agrária, cargo que marcou seu início no primeiro escalão. No governo Luiz Inácio Lula da Silva, Jungmann também teve um papel relevante, exercendo funções no Ministério da Defesa e na Secretaria Nacional de Segurança Pública, sempre pautando sua atuação pela integridade e pelo compromisso com a democracia.

Após deixar a política institucional, Raul Jungmann se dedicou ao setor privado, assumindo a presidência do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). No IBRAM, ele foi responsável por liderar importantes transformações, com foco em uma mineração mais sustentável e alinhada aos desafios do século XXI, pautada por princípios ambientais, sociais e de governança (ESG).

Liderança no IBRAM e o legado na mineração

Em 2022, Jungmann assumiu a presidência do IBRAM, onde fortaleceu o papel da instituição no setor mineral, promovendo uma mineração mais responsável e estratégica. Sob sua liderança, o Instituto se consolidou como um importante protagonista na transição energética global, defendendo políticas mais sustentáveis e inovadoras para o setor mineral brasileiro.

Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, destacou em sua nota de pesar a visão estratégica de Jungmann e sua habilidade para conduzir o Instituto em um período decisivo para a mineração no país. “Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público”, afirmou.

Nota do IBRAM:

Com imenso pesar, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) comunica o falecimento de Raul Belens Jungmann Pinto, diretor-presidente da instituição, ocorrido em 18 de janeiro de 2026, em Brasília. Em atenção a um desejo de Raul Jungmann, o velório ocorrerá em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

Pernambucano, Raul Jungmann dedicou mais de cinco décadas à vida pública brasileira, atuando com integridade, espírito republicano e um compromisso inabalável com a democracia, o desenvolvimento sustentável e o diálogo.

Ao longo de sua trajetória, ocupou funções de grande relevância nacional, entre elas a presidência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), três mandatos como deputado federal e quatro ministérios – Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, liderando uma importante agenda de transformação do setor mineral, pautada pelos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI.

Sob sua liderança, o IBRAM fortaleceu seu protagonismo institucional e seu compromisso com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global.

Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira.

Para Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público. Segundo ela, à frente da Diretoria Executiva do Instituto, Jungmann conduziu a entidade por um período decisivo, fortalecendo o IBRAM e beneficiando todo o setor mineral, período este marcado pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.

Seu legado constitui um marco na história do Brasil, do IBRAM e da indústria da mineração.

Neste momento de profunda tristeza, o IBRAM manifesta solidariedade à família, amigos e colegas de jornada, agradecendo por tudo que Raul Jungmann representou para o Brasil, ao setor mineral e ao Instituto.

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