Parque Estadual do Itacolomi será reaberto em fevereiro com novidades para visitantes e foco na conservação ambiental

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O Parque Estadual do Itacolomi, localizado nas cidades de Ouro Preto e Mariana, será reaberto ao público no início de fevereiro de 2026 com importantes melhorias que ampliam a experiência dos visitantes e reforçam o compromisso com a conservação ambiental. O local, que é um dos principais destinos turísticos da região, traz novas atrações e melhorias em sua infraestrutura, além de um modelo de gestão sustentável.

Novidades para os visitantes do Parque Estadual do Itacolomi

Uma das principais novidades é o Roteiro do Chá, uma experiência que combina turismo e educação ambiental. Os visitantes poderão participar de visitas guiadas ao museu do parque, aprender sobre o cultivo e as práticas de plantio e colheita, e ainda desfrutar de uma degustação sensorial e gastronômica, promovendo uma imersão no universo do chá. Essa atividade busca promover a conscientização ambiental ao mesmo tempo em que proporciona um momento de lazer e aprendizado.

Além disso, o parque contará com um bikepark, oferecendo trilhas exclusivas para ciclistas. A criação de espaços para a prática de esportes ao ar livre reforça o caráter sustentável e acessível do parque, incentivando a integração dos visitantes com a natureza de maneira mais ativa. Entre as duas principais lagoas do parque, será instalado um quiosque que servirá como ponto de descanso e alimentação para os visitantes, criando uma área de convivência e apreciação da paisagem.

Modelo de concessão e gestão

O Parque Estadual do Itacolomi foi entregue à concessão da empresa Parquetur em 2023, por meio de um contrato que terá vigência de 30 anos. A concessionária será responsável pela operação dos serviços turísticos, como recepção de visitantes, manutenção das trilhas e estruturas, gestão do estacionamento e oferta de alimentação, permitindo que o parque atenda melhor ao público e seja mantido de forma mais eficiente.

O Instituto Estadual de Florestas (IEF), no entanto, continuará responsável pela gestão ambiental do parque, incluindo a fiscalização da biodiversidade, proteção das áreas de conservação e combate a incêndios florestais. Esse modelo de gestão compartilhada entre o poder público e a iniciativa privada visa garantir a preservação dos recursos naturais do parque, ao mesmo tempo em que permite o desenvolvimento de atividades turísticas sustentáveis.

Acessibilidade e participação social

O processo de concessão foi precedido por uma série de estudos técnicos, consultas públicas e audiências públicas, garantindo a transparência e a participação social no planejamento das melhorias e na implementação do modelo de gestão. Uma das garantias do contrato é a isenção de taxas e gratuidades para as comunidades do entorno, garantindo o acesso ao parque e às suas atividades para moradores da região.

Além disso, o novo modelo de concessão assegura o apoio a projetos de educação ambiental e autoriza a realização de pesquisas científicas, fomentando o uso sustentável do parque e o desenvolvimento de novas iniciativas voltadas à preservação ambiental e à valorização da biodiversidade local.

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