A Usiminas alcançou um marco importante em suas operações ao reduzir em cerca de 95% as aberturas de bleeder no Alto-Forno 3, um processo operacional que libera pressão e gera incômodos para as comunidades vizinhas. Essa significativa redução é fruto das melhorias implementadas durante a reforma do forno, com foco em eficiência operacional, segurança e desempenho ambiental.
Investimento de R$ 2,7 bilhões na Usiminas traz inovação e mais controle no processo
Com um investimento de R$ 2,7 bilhões, a reforma do Alto-Forno 3 trouxe avanços substanciais, incluindo a modernização de um conjunto de sensores que monitoram, em tempo real, a temperatura e o fluxo de gases. Essa inovação permitiu um controle muito mais preciso do processo, minimizando a necessidade de aberturas de bleeder e, consequentemente, a geração de poeira e desconforto para a população local.
Outra tecnologia significativa adotada foi a distribuição mais uniforme das matérias-primas dentro do forno, o que reduziu as variações de pressão interna e contribuiu diretamente para a redução de incidentes.
Além disso, ajustes no padrão de sopro, nas vazões de processo e a atuação preventiva em equipamentos críticos ajudaram a garantir uma operação mais estável e segura na Usiminas.


