A corrida pelas duas cadeiras de Minas Gerais no Senado Federal em 2026 começa a se desenhar com maior nitidez. Levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas aponta o senador Carlos Viana na liderança das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Aécio Neves.
Segundo o estudo, Viana aparece com 32,2% das preferências, enquanto Aécio registra 26,1%, posicionando ambos à frente dos demais nomes testados no cenário eleitoral.
Marília Campos aparece próxima dos líderes
Logo atrás na pesquisa surge a prefeita de Contagem, Marília Campos, com 25,7% das intenções de voto. Na sequência aparece o atual ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que soma 16,6%.
Outros nomes também aparecem na sondagem. O secretário da Casa Civil do governo mineiro, Marcelo Aro, registra 13,8%. Já o deputado federal Domingos Sávio aparece com 9,6%.
A ex-deputada federal Áurea Carolina completa a lista dos nomes avaliados, com 6,9% das intenções de voto.
Cenário eleitoral ainda está em formação
Apesar da liderança inicial, o levantamento indica que a disputa ainda está em fase inicial de consolidação. A movimentação política em Minas Gerais deve se intensificar nos próximos meses, especialmente com a aproximação do ciclo eleitoral de 2026.
Carlos Viana tem ampliado sua visibilidade nacional ao presidir a comissão parlamentar que investiga fraudes no sistema previdenciário. Paralelamente, ele também avalia mudanças partidárias para viabilizar a disputa pela reeleição ao Senado.
Já Aécio Neves mantém forte reconhecimento entre o eleitorado mineiro. O parlamentar foi governador de Minas Gerais por dois mandatos, além de senador e candidato à Presidência da República.
Bastidores políticos já articulam disputa de 2026
Nos bastidores, aliados têm incentivado a candidatura de Aécio ao Senado como parte das articulações políticas para a sucessão estadual em 2026. Lideranças regionais e grupos políticos que se movimentam para disputar o governo de Minas também acompanham de perto a formação das chapas.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de março e ouviu 1.350 eleitores em 52 municípios mineiros. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais.


