A Sigma Lithium, uma das principais empresas do setor de lítio no Brasil, enfrenta obstáculos para acessar uma linha de financiamento no valor de R$ 486,7 milhões aprovada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O crédito, que foi anunciado há cerca de um ano, é fundamental para o projeto de ampliação da mina Grota do Cirilo, localizada em Minas Gerais.
Apesar do acordo já firmado com o banco de fomento, o valor ainda não foi liberado. O motivo é a ausência de uma instituição financeira brasileira que aceite ser fiadora da operação — uma exigência do BNDES para efetivar o repasse dos recursos.
Expansão estratégica da Sigma Lithium em jogo
O montante seria utilizado para fortalecer a estrutura da Grota do Cirilo, considerada uma das maiores minas de lítio em operação na América Latina. A expansão do projeto é vista como estratégica para atender à crescente demanda por lítio, impulsionada principalmente pelo mercado de baterias e veículos elétricos.
No entanto, a necessidade de uma carta de fiança emitida por um banco brasileiro tem se mostrado um entrave. A Sigma busca alternativas e negociações com instituições financeiras para viabilizar a operação, mas, até o momento, nenhuma parceria foi formalizada.


