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Projeto Autazes avança após STF rejeitar pedido para suspender licenciamento

Projeto Autazes, da Brazil Potash, mantém licenciamento e atividades de desenvolvimento após o STF rejeitar pedido apresentado pela DPU em 18 de agosto

Por Raquel Luciano24 de agosto de 2026 · 12:31Leitura de 1 min
Projeto Autazes, da Brazil Potash, mantém licenciamento e atividades de desenvolvimento após o STF rejeitar pedido apresentado pela DPU em 18 de agosto.
Imagem: Divulgação – Projeto Autazes, da Brazil Potash, mantém licenciamento e atividades de desenvolvimento após o STF rejeitar pedido apresentado pela DPU em 18 de agosto.

O Projeto Autazes, voltado à produção de potássio no Amazonas, teve a continuidade de seu processo de desenvolvimento mantida após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 18 de agosto de 2026, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, rejeitou integralmente um pedido que pretendia interromper as licenças de instalação e outras atividades relacionadas ao empreendimento da Brazil Potash Corp.

A solicitação havia sido apresentada pela Defensoria Pública da União (DPU) e buscava suspender efeitos de decisões anteriores favoráveis ao projeto proferidas pelo Tribunal Regional Federal. Com a decisão do STF, esses entendimentos permanecem válidos e as atividades de desenvolvimento seguem sem alteração decorrente do pedido analisado pela Corte.

STF mantém decisões favoráveis ao Projeto Autazes

Ao analisar o caso, Edson Fachin entendeu que não estavam presentes as condições necessárias para a utilização do procedimento excepcional solicitado pela DPU. Entre os pontos considerados pelo ministro esteve a ausência de demonstração de um prejuízo grave à ordem pública ou à economia que justificasse a medida.

A decisão também destacou que esse tipo de instrumento não deve substituir os mecanismos recursais previstos no sistema judicial. Dessa forma, o pedido não resultou na suspensão do licenciamento atualmente vigente nem das ações de implantação conduzidas pela empresa.

A manutenção das decisões anteriores representa um novo desdobramento judicial para um empreendimento que pretende ampliar a produção de potássio no país.

A Brazil Potash afirma que continuará conduzindo o Projeto Autazes de acordo com as exigências ambientais, sociais e legais aplicáveis. A empresa também classifica a decisão como favorável à continuidade do empreendimento localizado no Amazonas.