A Mineração Geral do Brasil (MGB) divulgou uma nota oficial para esclarecer informações recentes sobre o projeto de descaracterização das estruturas da Mina Casa Branca e reforçar que as decisões relacionadas ao processo não são definidas pela empresa, mas pelos órgãos públicos responsáveis pelo controle ambiental e mineral.
Segundo a mineradora, o procedimento segue as regras estabelecidas no Termo de Compromisso firmado em 2023 e conta com fiscalização contínua de instituições como o Ministério Público de Minas Gerais, Ministério Público Federal, Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e Instituto Estadual de Florestas (IEF).
Mina Casa Branca passa por análise técnica e fiscalização permanente
De acordo com a MGB, todos os estudos, projetos e soluções técnicas apresentados no processo de descaracterização são obrigatoriamente submetidos à análise, validação e possíveis determinações dos órgãos competentes.
A empresa destacou que nenhuma etapa pode ser executada sem aprovação formal, conforme previsto no próprio Termo de Compromisso. Além disso, o processo também é acompanhado por uma equipe técnica independente, contratada especificamente para avaliar, auditar e emitir pareceres sobre os projetos, medidas de segurança e soluções ambientais adotadas.
Segundo a mineradora, esse acompanhamento garante maior rigor técnico e imparcialidade em todas as fases do procedimento.
Mina Casa Branca e participação da Amda no projeto
Outro ponto abordado na nota foi a participação da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda). A MGB afirmou que o conteúdo divulgado anteriormente não atribui à instituição qualquer poder de decisão sobre a descaracterização da mina.
A empresa explicou que a atuação da ONG ocorreu dentro das discussões sobre o projeto de estrada de acesso à área. Nesse contexto, a Amda apresentou sugestões sobre o traçado inicialmente previsto, com foco na redução de impactos ambientais no entorno do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça.
A partir dessas contribuições, a mineradora informou que avaliou as propostas, promoveu alterações no projeto e reapresentou a nova versão aos órgãos competentes e à auditoria independente, chegando a uma solução revisada com menor interferência ambiental.
Na nota, a MGB reforçou que todas as decisões seguem critérios técnicos, legais e ambientais, sempre com acompanhamento integral dos órgãos públicos e instâncias de controle previstas no acordo firmado.
A empresa finalizou afirmando que segue comprometida com a transparência, a segurança e a construção de soluções responsáveis para a região.


