Após se aproximar de cinco décadas de história, a Samarco vive um momento de renovação em suas operações em Minas Gerais e no Espírito Santo. Desde a retomada em 2020, a mineradora passou a adotar novas tecnologias que substituem antigos métodos de descarte de rejeitos, marcando uma mudança estrutural em sua forma de atuar.
Fim do uso de barragens de rejeitos da Samarco e descaracterização de estruturas
Uma das principais inovações foi a implantação do sistema de filtragem e empilhamento a seco, que dispensa a utilização de barragens de rejeitos. A medida não apenas reforça o compromisso da empresa com a segurança operacional, como também amplia as práticas voltadas à sustentabilidade, reduzindo riscos e impactos ambientais.
Outro marco importante é o avanço no processo de descaracterização de barragens. Na Barragem do Germano, em Mariana (MG), 92% das intervenções já foram concluídas, consolidando uma etapa fundamental para a segurança da comunidade e do meio ambiente.
O trabalho é apoiado pelo Centro de Monitoramento e Inspeção (CMI), que atua 24 horas por dia. O espaço utiliza tecnologia avançada para acompanhar, em tempo real, as condições das estruturas geotécnicas, garantindo respostas rápidas e maior confiabilidade nos processos de fiscalização.


