O deputado estadual Tadeu Leite, do MDB, foi escolhido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais para ocupar uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais. A votação ocorreu na manhã desta quarta-feira (4) e contou com amplo apoio dos parlamentares.
Ao todo, o presidente da Assembleia recebeu 69 votos entre os 70 deputados presentes, consolidando sua indicação para integrar a Corte de Contas do estado. A única parlamentar que não registrou voto foi a vice-presidente da Casa, Leninha, do Partido dos Trabalhadores, que presidia a sessão no momento da votação.
Apoio amplo garantiu eleição praticamente unânime de Tadeu Leite
A escolha de Tadeu Leite ocorreu durante uma reunião extraordinária do plenário da Assembleia e confirmou um acordo político que vinha sendo construído nos bastidores.
Nos dias que antecederam a votação, lideranças tanto da base do governo quanto da oposição demonstraram apoio ao nome do parlamentar, o que resultou em uma votação quase unânime no plenário.
Com o resultado, o deputado passa a ocupar uma cadeira no tribunal responsável por fiscalizar as contas públicas do estado e orientar a aplicação dos recursos governamentais.
Comunicação ao governador ainda será feita
Apesar da eleição já ter sido oficializada pela Assembleia, o processo ainda depende de um passo formal. O resultado precisa ser comunicado ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do Partido Novo.
Somente após essa formalização o novo conselheiro poderá assumir efetivamente o cargo no tribunal. A legislação não estabelece prazo específico para o envio dessa comunicação.
Nos bastidores políticos, a avaliação é de que Tadeu Leite pode optar por realizar esse procedimento apenas no fim de seu mandato como presidente da Assembleia.
Cenário político ainda pode mudar até oficialização
Enquanto o comunicado ao governo estadual não for formalizado, o parlamentar ainda permanece elegível para disputar cargos nas próximas eleições.
Antes da definição sobre o tribunal, o nome de Tadeu Leite era citado como possível candidato em futuras composições políticas no estado, sendo considerado um nome competitivo tanto para uma vaga ao Senado quanto para integrar chapas na disputa pelo governo de Minas Gerais.
A decisão final sobre sua trajetória política dependerá do momento em que a nomeação para o tribunal for efetivamente oficializada.


