Minas Gerais voltou a ser destaque no cenário gastronômico nacional ao alcançar 172 premiações na 4ª edição do Mundial do Queijo do Brasil, realizada em São Paulo. O resultado reforça a tradição mineira na produção de queijos artesanais e outros derivados lácteos reconhecidos pela qualidade e sabor.
Além dos tradicionais queijos, produtos como doces de leite, iogurtes e manteigas também garantiram espaço entre os premiados, consolidando ainda mais a força do estado no setor.
Mundial do Queijo consagra Minas Gerais com 23 Super Ouro
Entre as 172 conquistas mineiras, foram 23 medalhas Super Ouro, 42 medalhas de Ouro, 52 de Prata e 55 de Bronze. O desempenho chamou atenção pela diversidade de produtores premiados e pela presença de pequenas propriedades familiares que mantêm tradições passadas por gerações.
Segundo a Emater-MG, o reconhecimento em uma competição desse porte representa muito mais do que um troféu: trata-se de uma valorização comercial importante para os produtores.
A instituição destaca que conquistar uma medalha aumenta a visibilidade da marca, fortalece a confiança do consumidor e impulsiona diretamente as vendas.
Produtores mineiros se destacam com queijos premiados
Entre os principais nomes premiados está o Laticínios Lejane, de Aiuruoca, que conquistou Super Ouro com o Queijo Minas Meia Cura, além de mais quatro medalhas de Bronze.
Outro grande destaque foi a Fazenda Só-Nata, de Araxá, premiada com Super Ouro pelo Queijo Minerim, conhecido pela casca florida e sabor marcante.
Já a Fazenda Santiago, de São Roque de Minas, também levou Super Ouro com o tradicional Queijo Canastra, produzido por uma família que mantém a tradição há seis gerações.
O resultado reforça a identidade de Minas Gerais como referência nacional quando o assunto é queijo artesanal, mostrando que a tradição, aliada à qualidade, continua colocando o estado no topo das maiores premiações do setor.


