Em coletiva realizada na terça-feira (21), o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) voltou a se manifestar sobre a Operação Rejeito, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Durante a apresentação dos dados trimestrais do setor, o diretor-presidente do Ibram, Raul Jungmann, reafirmou a posição da entidade contra a corrupção e a necessidade de responsabilizar os envolvidos em esquemas ilícitos.
Ibram condena corrupção e pede punição aos responsáveis na Operação Rejeito
Jungmann destacou que o Ibram é firmemente contra qualquer tipo de corrupção e que espera que todos os responsáveis por atos ilícitos no setor mineral sejam encontrados, julgados e punidos. “O Ibram entende que o melhor antídoto contra a corrupção é o fim da impunidade, e nós apoiamos isso”, afirmou o executivo. Ele também assegurou que nenhum dos 311 associados do Ibram está envolvido em processos de corrupção, de acordo com as informações que têm e o que foi divulgado até o momento.
A Operação Rejeito, iniciada em setembro pela PF, revelou um esquema criminoso envolvendo empresários, operadores financeiros e servidores públicos no setor de mineração de Minas Gerais.
As investigações continuam, mas já resultaram em prisões, afastamento de funcionários públicos e a suspensão das atividades de empresas envolvidas. O Ibram reiterou seu compromisso com a ética e a transparência, reforçando que a luta contra a corrupção é uma prioridade para a instituição.


