sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Cotidiano

Minas Gerais está a um passo de conquistar sua primeira Universidade Tecnológica Federal

O Projeto de Lei 5.102/2023, que transforma o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) em Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais (UTFMG), entrou em sua fase decisiva de tramitação no Congresso Nacional. Após receber parecer favorável da Comissão de Educação e Cultu

Por Isis Kelem de Oliveira29 de maio de 2026 · 14:07Leitura de 1 min

 

O Projeto de Lei 5.102/2023, que transforma o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) em Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais (UTFMG), entrou em sua fase decisiva de tramitação no Congresso Nacional.

Após receber parecer favorável da Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal, a proposta será apreciada em plenário, em regime de urgência. Se aprovada, seguirá para sanção presidencial.

Reconhecimento de uma trajetória consolidada

A transformação representa o reconhecimento da estrutura acadêmica e da relevância do Cefet-MG, instituição que há décadas atua na formação técnica, tecnológica e superior de milhares de estudantes mineiros.

O projeto mantém integralmente os cursos já ofertados pela instituição, incluindo 44 cursos técnicos, 29 graduações, 14 programas de mestrado e sete de doutorado.

Presença em cinco regiões de Minas

Com a criação da UTFMG, Minas Gerais passará a contar com uma universidade tecnológica federal especializada, pública e gratuita, presente em nove municípios distribuídos por cinco regiões do estado:

  • Belo Horizonte, Contagem e Curvelo (Região Central);
  • Divinópolis (Centro-Oeste);
  • Araxá (Triângulo Mineiro);
  • Timóteo (Vale do Aço);
  • Leopoldina (Zona da Mata);
  • Nepomuceno e Varginha (Sul de Minas).

Impactos para ensino, inovação e desenvolvimento

A futura universidade continuará atuando de forma integrada nas áreas de ensino, pesquisa aplicada, extensão, inovação e transferência de tecnologia, fortalecendo a formação profissional e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social das regiões onde está presente.

A expectativa é que a mudança amplie a capacidade de captação de recursos, fortaleça projetos de pesquisa e consolide Minas Gerais como referência nacional em educação tecnológica.