SGB terá R$ 1,2 bilhão até 2030 para ampliar pesquisas sobre minerais no Brasil

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O Serviço Geológico do Brasil (SGB) deverá contar com R$ 1,2 bilhão em investimentos até 2030 para ampliar o conhecimento sobre o território brasileiro e aprofundar as pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o setor mineral. O anúncio foi destacado pelo diretor-presidente da instituição, Vilmar Simões, durante a abertura do 52º Congresso Brasileiro de Geologia, realizado no domingo (1º), em Fortaleza.

Os recursos previstos pelo governo federal devem financiar projetos envolvendo geofísica aérea, estudos geoquímicos e mapeamento geológico em escala 1:100.000 nas principais províncias minerais brasileiras. A expectativa é que os levantamentos forneçam informações capazes de apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva mineral e ampliar a compreensão sobre o potencial do subsolo brasileiro.

SGB amplia pesquisas em províncias minerais

Entre as principais frentes está a realização de levantamentos aerogeofísicos. Um dos blocos previstos para Tocantins já foi concluído, enquanto outro levantamento avança em Goiás, onde também existe uma área em fase de conclusão.

O trabalho também alcança a Bacia do Parnaíba, com pesquisas realizadas em áreas do Maranhão e do Piauí. Paralelamente, o SGB vem ampliando os levantamentos geoquímicos, que ajudam a identificar características e concentrações de elementos presentes no território.

Outra prioridade é aumentar a cobertura do mapeamento geológico na escala 1:100.000. Para o diretor-presidente, a expansão dessa frente depende de uma aproximação maior entre o SGB, universidades e centros de pesquisa.

A ampliação dos projetos também será acompanhada pelo fortalecimento da equipe técnica da instituição. Durante o congresso, Vilmar Simões deu as boas-vindas aos novos empregados aprovados em concurso público e informou que novas convocações deverão ocorrer nos próximos meses.

A expectativa é que o reforço no quadro de profissionais contribua para ampliar a capacidade de execução dos projetos e acelerar a produção de informações geológicas, geofísicas e geoquímicas sobre diferentes regiões do país.

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