A retomada das operações da usina Azteca, no Amapá, começa a ganhar forma após a conclusão de uma etapa de recuperação dos equipamentos. A unidade entrou na fase de testes a frio e com utilização de água, movimento que antecede novos passos para o retorno da produção de concentrado de minério de ferro.
O avanço, porém, ainda depende de uma resposta na área ambiental. Enquanto aguarda a definição necessária para prosseguir com o projeto, a operadora mantém a previsão de alcançar uma produção anual de aproximadamente 380 mil toneladas.
Usina Azteca avança na preparação para a retomada
Os testes realizados na planta têm como objetivo verificar o funcionamento dos equipamentos depois da reforma. A etapa é importante para identificar eventuais ajustes antes que a operação avance para fases mais próximas da produção efetiva.
A expectativa é que, com a liberação das próximas etapas, a estrutura possa seguir em direção à retomada das atividades no estado, recolocando a unidade no radar da produção de minério de ferro do Amapá.
Produção de minério de ferro depende de avanço ambiental
Apesar do progresso na parte operacional, o cronograma ainda está condicionado à questão ambiental. A operadora aguarda uma resposta para definir os próximos movimentos do empreendimento.
A meta estabelecida continua sendo produzir cerca de 380 mil toneladas de concentrado de minério de ferro por ano. Se alcançado, esse volume representará uma nova fase para a usina, que passa agora por uma sequência de testes e preparativos antes de chegar à operação produtiva.


