Ouro Preto mantém na Justiça a busca por uma reparação pelos impactos provocados pelo rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 5 de novembro de 2015. Quase 11 anos depois da tragédia, o município continua cobrando o reconhecimento dos prejuízos ambientais, econômicos e sociais provocados pelo desastre.
O prefeito Angelo Oswaldo reafirmou que a cidade pretende preservar seus direitos nas disputas judiciais relacionadas ao caso. Segundo ele, a administração municipal continuará buscando uma compensação considerada proporcional à dimensão dos danos enfrentados pelo município.
Ouro Preto mantém ações na Justiça da Inglaterra e de Minas Gerais
A estratégia adotada pelo município envolve processos em diferentes frentes. Ouro Preto segue com atuação na Justiça da Inglaterra e também possui ações em Minas Gerais para tentar obter o ressarcimento pelos prejuízos atribuídos ao rompimento da barragem.
Entre as áreas mais afetadas está a comunidade de Antônio Pereira, que ocupa posição de destaque nas reivindicações apresentadas pelo município. A intenção é garantir que os impactos sofridos pela população sejam considerados no processo de reparação.
Município diz que não abrirá mão dos direitos
Apesar de manter as medidas judiciais, a Prefeitura de Ouro Preto afirma que permanece disposta a dialogar na busca por soluções para o caso. A posição, entretanto, é acompanhada da defesa de que qualquer acordo ou reparação preserve os direitos do município e a dignidade da população atingida.
Angelo Oswaldo afirmou que Ouro Preto continuará atuando para que a compensação esteja de acordo com a dimensão dos impactos provocados pelo desastre de Fundão, mantendo como prioridade o reconhecimento dos prejuízos enfrentados pela cidade e, especialmente, pela comunidade de Antônio Pereira.


