Duas barragens desativadas da Mineração Taboca, localizadas em Presidente Figueiredo (AM), passaram a integrar o Relatório de Segurança de Barragens 2026, elaborado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). As estruturas foram incluídas por apresentarem potencial de provocar impactos à população e ao meio ambiente em caso de eventual incidente.
Apesar da classificação, os órgãos responsáveis destacam que a medida não significa que exista risco imediato de rompimento, mas reforça a necessidade de acompanhamento constante.
Barragens de mineração recebem monitoramento reforçado
As duas estruturas são destinadas ao armazenamento de rejeitos da atividade minerária. Conforme informações da Agência Nacional de Mineração (ANM), uma das barragens foi enquadrada na categoria de risco alto, condição que exige maior rigor nas ações de fiscalização e monitoramento.
A classificação considera fatores relacionados à gestão da estrutura e às medidas de controle, não representando, por si só, uma indicação de instabilidade ou de iminência de acidente.
Empresa afirma que estruturas permanecem seguras
Em nota, a Mineração Taboca informou que realiza inspeções periódicas, serviços de manutenção e monitoramento contínuo das barragens. Segundo a empresa, todas as ações seguem os protocolos de segurança adotados para esse tipo de estrutura.
A mineradora também afirmou que as barragens permanecem em condições seguras, enquanto continuam sendo acompanhadas pelos órgãos competentes.


