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Barragem em Porteirinha (MG) passa por avaliação de impactos ambientais após extravasamento

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O Governo de Minas Gerais avalia os possíveis danos ambientais após o extravasamento de um reservatório de água da Barragem de Lages, no Município de Porteirinha, na Região Norte de Minas Gerais, nesse domingo (1°). De acordo com o Executivo estadual, visitas técnicas de engenheiros foram realizadas nesta segunda-feira (2) e acompanhados pela Defesa Civil.

Em uma ação conjunta de diversas pastas, o monitoramento contínuo da estrutura, o mapeamento dos pontos críticos e a avaliação técnica das condições de estabilidade são realizados.

“O NEA – Núcleo de Emergência Ambiental – irá verificar os possíveis danos ambientais causados, bem como avaliar as medidas ambientais cabíveis e eventuais ações mitigadoras. A Defesa Civil irá acompanhar as visitas técnicas de engenheiros das empreendedoras no local, nesta segunda-feira (02/03)”, escreveu o Executivo Estadual em nota.

De acordo com a Defesa Civil, o acompanhamento ocorre de forma permanente. Ainda conforme a instituição, a situação encontra-se controlada na região, mas segue sob “atenção especial por parte das equipes técnicas e operacionais”.
O extravasamento em Porteirinha ocorreu após a cheia do Rio Viamão. A Barragem de Lages tem cerca de 11 hectares e apresentou danos significativos em meio às chuvas fortes como danos em parte da estrutura e do vertedouro.

A situação alagou casas e deixou moradores ilhados. Diante disso, 188 pessoas foram retiradas de suas residências, ao menos duas foram encaminhadas para um abrigo da Prefeitura de Porteirinha; as demais pessoas foram para casas de familiares.

Ainda conforme o Executivo estadual, o extravasamento foi provocado pelo grande volume de chuvas que atingiu a região nos últimos dias. Entre os dias 28/02 e 01/03 choveu na região de Porteirinha um volume acumulado de 165 mm, segundo a Defesa Civil.

Além da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) e do Núcleo de Emergência Ambiental (NEA), o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, a Polícia Militar, por meio do Batalhão de Meio Ambiente e a Gerência de Segurança de Barragens do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) monitoram a situação.

 

 

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