O presidente da Vale, Gustavo Pimenta, trouxe à tona, em entrevista ao Jornada COP, na CNN Brasil a importância de mudanças significativas nas práticas da mineração para garantir um futuro mais sustentável e seguro. O foco de suas declarações foi o compromisso da mineradora em eliminar o uso de barragens de risco e implementar tecnologias que minimizem os impactos ambientais da atividade.
“A mineração está em transformação”, afirma Gustavo Pimenta
Gustavo Pimenta destacou que a Vale está passando por um grande processo de transformação, o que inclui a adoção de processos de beneficiamento a seco, que visam reduzir o consumo de água e eliminar a necessidade de barragens, como a que causou o rompimento em Brumadinho em 2019. “Passamos por um grande processo de transformação, incluindo mudanças na forma como operamos, com os processos a seco ou de beneficiamento”, afirmou o presidente.
Atualmente, a Vale já não possui barragens classificadas no nível 3 de emergência, considerado o mais crítico. O executivo revelou que cerca de 85% da operação da mineradora já não depende mais desse tipo de estrutura, um avanço significativo na segurança operacional e na minimização dos riscos ambientais.
Em suas palavras, Pimenta reforçou que o futuro da mineração está intimamente ligado à adoção de práticas que não dependam mais de barragens. Ele afirmou que a empresa está empenhada em operar com custos mais baixos, impactos ambientais reduzidos e, ao mesmo tempo, manter a segurança e a sustentabilidade. “O futuro da mineração é não depender mais de barragens, além de operarmos com custos mais baixos e menos impactos”, concluiu Pimenta.
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