Na última quarta-feira (15), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou de uma audiência na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) para esclarecer os detalhes sobre o incidente envolvendo o urânio em 2023. O caso gerou grande repercussão, mas, segundo Silveira, a investigação conduzida pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) concluiu que não houve “sumiço” de urânio.
O que realmente aconteceu com o urânio?
De acordo com o ministro, o que ocorreu foi um “erro contábil” cometido pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB), relacionado a duas ampolas de urânio. Silveira afirmou que o incidente foi meramente operacional e não envolveu qualquer tipo de crime ou atividade ilícita. “Não há motivo para alarde. O inquérito civil foi arquivado e o episódio não compromete os programas de geração de energia no Brasil”, garantiu o ministro.
Durante sua fala, o ministro também aproveitou para destacar a importância da energia nuclear não apenas para a geração de eletricidade, mas também para a medicina, uma área em que a utilização do urânio tem grande relevância. Silveira afirmou que o Brasil continuará a investir em tecnologia nuclear, ressaltando sua relevância para o futuro energético do país.


