O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), Flávio Roscoe, visitou Washington com um objetivo claro: aprofundar as negociações com autoridades e empresários norte-americanos para enfrentar os desafios impostos pelas tarifas comerciais elevadas do governo de Donald Trump. Durante a viagem, Roscoe ressaltou a necessidade de estratégias conjuntas para minimizar os efeitos negativos dessas tarifas no setor industrial brasileiro.
FIEMG prepara articulação entre setores para superar impasse
A missão do presidente da FIEMG teve como foco principal a criação de uma aliança entre empresários dos dois países. Ele destacou que o setor industrial brasileiro tem trabalhado em conjunto com parceiros norte-americanos para pressionar as autoridades dos EUA, buscando uma solução que beneficie ambas as nações. “Estamos unidos para que os governos dos dois países se sentem à mesa e encontrem uma saída para essa crise”, afirmou o presidente da FIEMG.
As reuniões em Washington contaram com a participação de empresários de diversos segmentos, que discutiram os impactos das tarifas e apresentaram ações concretas para lidar com a situação. Além disso, as conversas também tiveram como objetivo planejar medidas que possam ser apresentadas diretamente ao governo dos EUA, com o intuito de promover um diálogo construtivo e superar o impasse comercial.
Fortalecendo a sinergia entre empresários
Segundo Flávio Roscoe, o principal resultado imediato da viagem foi o fortalecimento das relações entre os empresários brasileiros e norte-americanos. Ele acredita que a colaboração estreita entre os setores privados de ambos os países pode ser uma ferramenta poderosa para mobilizar forças políticas que ajudem a superar os desafios econômicos impostos pelas tarifas. “Esse esforço, que acontece de forma articulada em cada país, será capaz de gerar resultados positivos no longo prazo”, destacou Roscoe.
A missão à capital dos Estados Unidos reafirma o compromisso do setor industrial brasileiro em buscar soluções criativas e colaborativas para contornar os obstáculos impostos pelas tarifas, com a esperança de que um esforço conjunto possa reduzir os danos econômicos e fortalecer a competitividade das indústrias de ambos os países.


