Aura Minerals cresce 7% e produz 64 mil onças de ouro no segundo trimestre de 2025

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A Aura Minerals divulgou os resultados preliminares do segundo trimestre de 2025, registrando a produção de 64.033 onças equivalentes de ouro (GEO) em suas cinco minas operacionais: Aranzazu, Minosa, Apoena, Almas e Borborema. O volume representa um crescimento de 7% em relação ao primeiro trimestre do ano e se mantém estável quando comparado ao mesmo período de 2024.

Considerando preços constantes, o desempenho da companhia mostra evolução ainda mais robusta, com aumento de 9% tanto frente ao 1T25 quanto ao 2T24. O avanço está ligado à melhora nos teores de minério, eficiência operacional e retomada de ritmo em unidades-chave.

Aranzazu e Minosa lideram com maior teor de ouro processado

Em Aranzazu, localizada no México, a produção alcançou 22.281 GEO — avanço de 9% em relação ao trimestre anterior. Apesar do impacto negativo da valorização do ouro na conversão para GEO, os resultados se beneficiaram de teores mais elevados e melhor recuperação. Ajustando para preços constantes, Aranzazu teve um aumento expressivo de 17% frente ao 1T25 e de 15% ante o 2T24.

A operação Minosa, em Honduras, também apresentou performance positiva, com 18.039 GEO, alta de 2% no trimestre, graças à sequência eficiente da mina que permitiu trabalhar com minério de maior qualidade. Em relação ao ano anterior, houve uma queda de 6%, dentro do previsto pela empresa.

Almas e Apoena seguem o plano operacional; Borborema avança para nova fase

A mina Almas manteve estabilidade na produção em relação ao trimestre anterior, com 12.917 GEO. O destaque foi o crescimento de 22% sobre o 2T24, resultado da expansão da planta e mudanças estratégicas no contrato de operação da mina.

Já Apoena, no Brasil, registrou produção de 8.219 GEO, apresentando leve retração em relação ao trimestre passado e queda de 17% comparada ao 2T24. A companhia explicou que o desempenho está alinhado ao plano da mina e à fase atual de investimentos. As atividades de pré-striping seguem em curso, com foco na retomada de volumes mais expressivos e maior teor a partir de 2026.

A operação mais recente, Borborema, iniciou sua produção com a primeira fundição de ouro e totalizou 2.577 GEO no trimestre. A Aura mantém a expectativa de iniciar a produção comercial na unidade até o fim do terceiro trimestre deste ano.

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