MRN assina memorando para avaliar uso do gás natural na mineração de bauxita ainda em 2024

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A Mineração Rio do Norte (MRN) e a Companhia de Gás do Pará assinaram, recentemente, um Memorando de Entendimento (MoU) para avaliar o uso de gás natural no empreendimento de bauxita da empresa, no Oeste do Pará. O projeto visa reduzir a dependência do Óleo Combustível OCA1, optando por uma alternativa que sugere potencialmente maior eficiência, estabilidade e garantia operacional, alinhada às melhores práticas do mercado.

O MoU assinado pelas duas empresas tem validade de um ano e prevê a atuação em conjunto para a avaliação da viabilidade de conversão dos secadores de bauxita da MRN para o uso de gás natural, seguindo o que determinam as leis vigentes, o código de ética e a governança corporativa. “A iniciativa também reforça o interesse da MRN na melhoria contínua de suas operações para um futuro mais sustentável”, resume a empresa.

O Diretor de Projetos da MRN, Leonardo Paiva, destacou que a iniciativa, além de possibilitar a redução na emissão de gases do efeito estufa e outros poluentes, materializa a busca contínua por evolução na excelência operacional do ativo, de suma importância para o mercado global de bauxita.

“Esta parceria reflete o compromisso mútuo com a inovação, a sustentabilidade e o desenvolvimento econômico da região. Estamos empenhados em realizar estudos detalhados para avaliar a viabilidade técnica, econômica e ambiental dessa conversão, que entendemos trará benefícios para as diferentes partes envolvidas”, afirma.

Atuação da MRN

Presente há mais de quatro décadas na região, a MRN desenvolve no Oeste do Pará mais de 60 iniciativas socioambientais que fomentam a preservação ambiental, geração de renda, cultura, empreendedorismo, educação, promoção à saúde. Objetivo, segundo a empresa, é contribuir para o desenvolvimento e protagonismo das pessoas na região.

A empresa também conecta suas operações aos princípios ESG e de importantes certificações internacionais, como ASI (Aluminium Stewardship Initiative), IFC (International Finance Corporation) e GISTM (Global Industry Standard for Tailings Management). AS informações são do Ibram.

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