O fluxo de veículos ligados à atividade minerária na Rodovia Carlos Motta, na comunidade de Pacas, entrou no centro das discussões da Câmara Municipal de São Gonçalo do Rio Abaixo. Na terça-feira (22), vereadores se reuniram com representantes da Bemisa Pedra Branca Mineração para tratar dos impactos provocados pela circulação de veículos na região.
A reunião teve como foco a busca por alternativas que possam melhorar as condições da estrada e ampliar a segurança de quem utiliza a via diariamente. Entre as preocupações apresentadas estão os efeitos do tráfego de veículos pesados sobre moradores, motoristas e pedestres.
Mineração e trânsito pesado entram em discussão
As condições da Rodovia Carlos Motta já haviam sido alvo de manifestações de vereadores por meio de indicações encaminhadas ao Executivo Municipal. As cobranças estão relacionadas principalmente à segurança viária, à conservação da estrada e aos transtornos associados ao aumento da circulação de veículos utilizados nas operações da mineradora.
Durante o encontro, representantes da Bemisa apresentaram detalhes sobre as atividades desenvolvidas pela empresa em Minas Gerais, além da estrutura utilizada para transportar o minério.
A apresentação permitiu que os participantes conhecessem melhor a dinâmica logística das operações e discutissem os reflexos do transporte mineral sobre a comunidade de Pacas.
Além da apresentação das operações, a reunião abriu espaço para discutir possíveis medidas diante dos impactos percebidos na rodovia. A intenção é buscar soluções que conciliem a movimentação necessária às atividades de mineração com as condições de segurança e circulação da população.


