A Mineração Taboca começou um processo de renovação dos equipamentos utilizados no transporte e na movimentação de minério na Mina de Pitinga, no Amazonas. O projeto prevê cerca de US$ 5 milhões em investimentos ao longo de 2026 e coloca máquinas de maior porte no centro da estratégia para elevar a eficiência da operação.
A primeira fase da modernização envolve a chegada de 10 caminhões fora de estrada capazes de transportar até 75 toneladas cada e três escavadeiras com capacidade de 95 toneladas. A mudança altera de forma significativa o perfil da frota atualmente utilizada na unidade.
Mineração Taboca aumenta capacidade de transporte em Pitinga
Com os novos caminhões, a capacidade individual de carga salta de 40 para 75 toneladas. Na prática, a ampliação permite movimentar volumes maiores de minério em cada ciclo, criando condições para uma operação mais produtiva.
As escavadeiras também terão papel importante nessa mudança. A projeção é elevar a produtividade de 480 para 720 toneladas por hora, um avanço de 50% no volume movimentado por esses equipamentos.
Além do ganho operacional, a renovação da frota foi planejada para melhorar o desempenho energético da atividade. A estimativa é de uma queda de aproximadamente 10% no consumo de diesel utilizado no transporte do minério.
Frota renovada também mira redução de emissões
A substituição dos equipamentos deve trazer impacto ambiental associado à menor utilização de combustível. Segundo as estimativas do projeto, a redução no consumo de diesel poderá evitar cerca de 342 toneladas de CO₂ equivalente.
O movimento combina aumento da capacidade de transporte, maior produtividade na escavação e redução do gasto energético. Para a operação de Pitinga, a modernização representa uma mudança relevante na estrutura de equipamentos utilizados na mina e reforça a busca por uma atividade mais eficiente.


