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Acordo de reparação do Rio Doce sobe para R$ 170 bilhões após revisão

Acordo de reparação pelos danos na Bacia do Rio Doce sobe de R$ 65 bilhões para R$ 170 bilhões após revisão no governo Lula

Por Raquel Luciano16 de março de 2026 · 09:52Leitura de 1 min
Acordo de reparação pelos danos na Bacia do Rio Doce sobe de R$ 65 bilhões para R$ 170 bilhões após revisão no governo Lula.
Imagem: Divulgação – Acordo de reparação pelos danos na Bacia do Rio Doce sobe de R$ 65 bilhões para R$ 170 bilhões após revisão no governo Lula.

O acordo de reparação pelos danos provocados pelo desastre ambiental na Bacia do Rio Doce passou por uma revisão significativa e teve seu valor ampliado para R$ 170 bilhões. O montante é muito superior aos R$ 65 bilhões previstos nas negociações anteriores.

A mudança foi determinada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após articulações políticas e pressões de representantes de Minas Gerais que defendiam um acordo mais robusto para reparar os impactos ambientais e sociais do desastre.

A revisão ocorreu após mobilização de parlamentares e autoridades mineiras que questionavam o valor inicialmente negociado.

Novo valor amplia recursos para reparação do Rio Doce

Com a revisão, o acordo passa a prever R$ 170 bilhões destinados a ações de reparação e compensação relacionadas aos impactos ambientais, sociais e econômicos causados pelo desastre na Bacia do Rio Doce.

A ampliação do valor busca garantir mais recursos para programas de recuperação ambiental, indenizações e projetos voltados às comunidades afetadas.

Debate sobre reparação segue em destaque

O rompimento da barragem que atingiu a região do Rio Doce é considerado um dos maiores desastres ambientais da história do país e segue sendo tema central em discussões sobre responsabilidade ambiental, reparação de danos e fortalecimento das regras de segurança no setor de mineração.

A repactuação do acordo representa uma nova etapa nas negociações envolvendo autoridades públicas, empresas e comunidades atingidas.