Cooperação entre Brasil e Canadá em minerais estratégicos é destaque em encontro com mais de 50 instituições

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Em mais um movimento para impulsionar o setor de mineração e ampliar as possibilidades de negócios e investimentos, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) recebeu, na última segunda-feira (25), autoridades do governo canadense e representantes do Ministério de Minas e Energia do Brasil para um encontro estratégico em Brasília. O foco foi o fortalecimento da cooperação bilateral entre os dois países em torno da exploração e desenvolvimento de minerais estratégicos — insumos essenciais para tecnologias sustentáveis e setores estratégicos globais.

O evento contou com a presença do ministro canadense da Promoção das Exportações, Comércio Internacional e Desenvolvimento Econômico, Maninder Sidhu, e do embaixador do Canadá no Brasil, Emmanuel Kamarianakis. Pelo governo brasileiro, a secretária de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ana Paula Bittencourt, representou o ministro Alexandre Silveira. A condução da reunião foi feita por Raul Jungmann, diretor-presidente do IBRAM.

Parceria para um setor mais competitivo e sustentável de olho nos minerais estratégicos

Durante o encontro, representantes de 50 instituições, incluindo empresas, associações e órgãos públicos do Brasil e do Canadá, participaram de apresentações e discussões que reforçaram a importância de uma aliança sólida para o desenvolvimento responsável dos minerais essenciais à transição energética global, como lítio, nióbio e terras raras.

Raul Jungmann destacou o valor estratégico da aproximação entre os dois países, apontando que o alinhamento de interesses pode resultar em avanços concretos por meio do intercâmbio de tecnologias, práticas regulatórias modernas e padrões socioambientais elevados.

Para ele, essa colaboração pode ampliar a competitividade do setor mineral brasileiro no cenário internacional, além de posicionar o Brasil como parceiro relevante nas cadeias globais de produção de energia limpa, segurança alimentar, defesa, e inovação tecnológica.

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